Páginas

Mostrando postagens com marcador se perder. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador se perder. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Vale qualquer tipo de felicidade?

Nessa vida, vale qualquer tipo de felicidade? Vale ser feliz de qualquer jeito?

O importante é ser feliz e mais nada. Será?
Eu estou vivendo um momento da minha vida em que passo por dias bons e dias ruins...e sempre, e todo dia eu procuro maneiras de ser feliz, numa intensa procura da felicidade.

Eu mudei meus hábitos, fiz novos amigos, mudei os lugares de sair, mudei a vida radicalmente. E as vezes eu tenho a sensação de estar vivendo uma mentira. É como se a felicidade fosse uma droga, com seu efeito de intensas gargalhadas, sorrisos, uma explosão de alegria...aí chego em casa, e sozinha estou...e o efeito passa e vem a dor.
Será que isso adianta?
Muitas pessoas falaram: você precisa viver a dor. Sentir a dor. Sofrer até o fim.
Mais como vou saber que horas é o fim? Como vou saber até quando tenho que viver essa dor, sentir essa dor. Eu, não quero mais isso. Eu na verdade não sinto mais dor...as vezes bate uma saudade de um tempo bom que deixar acabar, e fico horas sem fim me perguntando: porque acabou? Foi culpa minha? Onde errei? O que fiz que não devia? O que não fiz que devia fazer? E essas perguntas corroem a alma, são perguntas sem respostas, são questionamentos que mesmo que apareça um anjo do céu e me responda tudo, do que vai adiantar? 
Nem sei mais se quero saber as respostas do meu amor fracassado, do meu conto de fadas sem final feliz. Acredito mesmo que é melhor nem saber.

Voltando a falar de "vale ser feliz de qualquer jeito" felicidade é uma constante busca de ser feliz...todo dia...a todo momento. Eu não sei se posso chamar de falsa felicidade meus momentos felizes, afinal, eles aconteceram e eu fui muito feliz. Só que quando passa, é que vem a sensação de...sei lá...tudo mentira.

Em 4 meses eu vivi tanta coisa, eu fui da tristeza absoluta no fundo do poço, a paixão mais intensa e avassaladora...e momentânea. Hoje não tenho medo de julgamentos, faço o que quero e o que me der vontade. Nem ligo para os dedos apontando pra mim. Não tenho mais tempo pra perder, não tenho mais tempo pra mimimi. Se quero, tem que ser agora.

E sim, vale a pena ser feliz de qualquer jeito. Procure o seu. E mesmo que a felicidade seja uma dose apenas, sinta cada segundo, cada sorriso, de as gargalhadas mais altas...e quando passar, mesmo você jogado em meio a solidão triste, se você se lembrar da sua dose de felicidade e sorrir, de leve, já valeu a pena. 

(Lu Moulin)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Quando você se perde de você? E agora?

Quando você se perde de você? Como faz? E agora?
Encontrar alguém é fácil, encontrar um objeto é só apelar pra são longuinho dar 3 pulinhos.
E quando você se perde de você? Se olha no espelho e já não se vê?
Você procura na gaveta do armário, nas fotografias, no fundo da memória...e já não se vê. Falta um pedaço, uma parte, uma metade, falta alguma coisa.
Você olha, procura, sai de casa, enche a cara, vai na igreja mais tudo é em vão...Você acreditou tanto que tinha uma metade que acabou se perdendo e quando a metade se foi você já não sabia voltar.
E aí? E agora?
Mudo de cidade, de estado, de país, de planeta?
Mudo de nome, mudo a cor do cabelo, mudo o tom de voz?
Não.
Muda de vida.
Se apega em Deus que preenche o vazio e reescreva - se.
Recomece de um novo ponto de partida pra uma nova direção.
Esquecer o que se perdeu?
Não. O que se perde pode - se achar, só custa 3 pulinhos, ou virar na esquina certa no momento exato.
Quem é que sabe?